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Vai nascer uma nova
Praça de Lisboa: mais um passo para a reanimação da Baixa |
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Foi hoje publicamente apresentado o projecto proposto para a nova Praça de Lisboa, uma solução urbanística e arquitectónica que o Presidente da CMP qualificou como mais um importante passo no processo de requalificação e reanimação da Baixa do Porto, bem como no desenvolvimento do comércio tradicional.
Representa, igualmente, por parte da autarquia, um sinal de confiança dado aos investidores, que queiram intervir naquela zona nobre da cidade. |
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O investimento em causa, a cargo da empresa Bragaparques, ronda os seis milhões de euros, prevendo-se que possa ser inaugurado dentro de aproximadamente 18 meses.
Com a aprovação da proposta, que terá lugar em sede de reunião do Executivo da próxima terça-feira, 12 de Fevereiro, fica assim «desatado» mais um «nó» urbanístico herdado por Rui Rio, desde que assumiu a gestão do Município, em 2002.
«Resolvemos as obras decorrentes da Porto 2001
, desatámos o nó do Túnel de Ceuta, o da antiga Pedreira da Trindade e hoje estamos aqui a anunciar a solução para a Praça de Lisboa, degradada desde finais dos anos 90 e completamente abandonada desde 2002», declarou o autarca, que se encontrava acompanhado pelos vereadores do Urbanismo e das Actividades Económicas, Lino Ferreira e Manuel Sampaio Pimentel, respectivamente.
O projecto foi o único apresentado a concurso público aberto em 11 de Dezembro de 2006 e publicado em Diário da República de 30 de Janeiro de 2007. Abrange uma área de cerca de 5.500 m2, dos quais cerca de 520 m2 serão cedidos à Federação Académica do Porto (FAP) para a construção do Pólo Zero. O espaço será cedido em direito de superfície, dentro da lógica que tem vindo a ser seguida pelo actual Executivo autárquico. Segundo o acordo firmado, a CMP terá direito a 4% da receita das vendas, desde que estas igualem ou ultrapassem 80% das vendas provisionais programadas. Caso não atinjam esse patamar, a autarquia arrecadará 0,5%.
Um espaço lúdico-cultural
De acordo com o representante da empresa promotora e do gabinete de arquitectura responsável pelo projecto, pretende-se criar um espaço lúdico-cultural, com um restaurante panorâmico, área comercial e uma cobertura ondulada revestida em grande parte por zonas verdes, além do Pólo Zero da FAP.
Do ponto de vista arquitectónico, o objectivo é construir um espaço fechado no interior, com a intenção de, na parte de cima, abrir e devolver a Praça à cidade.
Está igualmente a ser equacionada a instalação na Praça de Lisboa de uma loja, que será a segunda a inaugurar em Portugal, da livraria Byblos.
Vídeo com extractos das declarações do Presidente da CMP
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| 2008/02/06, 10 comentários |
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