| CMP assinou contrato-programa por três anos com a Obra Diocesana de Promoção Social
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A autarquia portuense assinou, no final da semana passada, um contrato-programa com a Obra Diocesana de Promoção Social, cujo período de vigência decorrerá de 1 de Janeiro de 2004 a 31 de Dezembro de 2007. O documento, que estabelece as regras de colaboração entre a CMP e a Obra Diocesana, tem como objectivo o incentivo e a cooperação financeira entre as duas instituições, no âmbito específico do apoio destinado à manutenção e funcionamento dos Centros Sociais instalados em espaços municipais e diocesanos.A autarquia portuense assinou, no final da semana passada, um contrato-programa com a Obra Diocesana de Promoção Social, cujo período de vigência decorrerá de 1 de Janeiro de 2004 a 31 de Dezembro de 2007. O documento, que estabelece as regras de colaboração entre a CMP e a Obra Diocesana, tem como objectivo o incentivo e a cooperação financeira entre as duas instituições, no âmbito específico do apoio destinado à manutenção e funcionamento dos Centros Sociais instalados em espaços municipais e diocesanos. O protocolo foi assinado pelo Vice-Presidente da CMP e responsável pelo Pelouro da Habitação e Acção Social, Paulo Morais, e pelo Presidente do Conselho de Administração da Obra Diocesana de Promoção Social, Bernardino Chamusca. A cerimónia contou ainda com as presenças do Bispo do Porto, D. Armindo Lopes Coelho, e de Rui Rio, que, num curto improviso, voltou a colocar a tónica na coesão social, vertente que, repetidamente, tem vindo a eleger como "a principal prioridade política" do executivo autárquico. "A nossa aposta é justamente numa grande coerência entre o que dizemos e o que fazemos, não olhando a críticas quando apenas estamos a ser coerentes com as nossas palavras. Julgo que esta é a forma de credibilizar a política e - permitam-me que vos diga - descredibilizar aqueles que procedem rigorosamente ao contrário, mesmo fora da política ", destacou o presidente da CMP. Rui Rio assinalou que o protocolo agora firmado vai ao encontro da assistência de carácter social aos 20 por cento da população portuense que vive em bairros sociais, ou seja, um quinto da população da cidade, sem contar com famílias que, embora lá não residam, vivem com dificuldades. "A Igreja sempre teve e continua a ter um papel importante nesta acção social. Por isso, é com todo o prazer e convicção que afirmo que este protocolo é um passo importantíssimo com vista àquilo que é o principal objectivo político deste executivo", observou, sublinhando que os apoios da edilidade àquela Obra Diocesana "são dados em espécie", ou seja, a CMP compromete-se a apoiar com infra-estruturas e a proceder à conservação das mesmas, por forma a que aquela instituição possa dar continuidade ao seu projecto, isto é, garantir o apoio à primeira infância, juventude e terceira idade, através de centros de dia, convívio e apoio domiciliário, no concelho do Porto. |
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